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Alegoria

A conta aberta

Economia pública

Reforma completa · funções necessárias · premissas abertas

Menos custo para o cidadão.
Mais capacidade de construir o futuro.

Explore as reformas, entenda as hipóteses e refaça as contas. Aqui, cada cenário vem acompanhado do que custa, do que inclui e dos seus limites.

Exercício mensal de referência · hipótese de implantação

O que a conta mais recente permite dizer

Em cinco anos, se os ganhos intensivos e os custos assumidos se confirmarem, a diferença das parcelas dimensionadas seria:

R$ 599,47 bilhões

Saldo parcial hipotético, após custos incluídos e juros. Reais constantes de 2025. Não é economia comprovada, previsão, valor anual ou dinheiro disponível; faltam custos nacionais completos. Não inclui receita adicional por crescimento.

Como esse saldo foi calculado
Redução bruta simulada
+ R$ 1.611,44 bi
Transição e tecnologia comum
− R$ 416,65 bi
Carteira de desenvolvimento
− R$ 521,93 bi
Novos pacotes da primeira etapa
− R$ 61,60 bi
Juros hipotéticos da transição
− R$ 11,78 bi

Valores exibidos arredondados; o cálculo usa a precisão integral da memória. Cada despesa é lançada uma vez; a sobreposição real ainda exige conferir contratos e equipes.

O dinheiro não aparece todo no início

  1. Ano 1R$ -100,55 bi
  2. Ano 2R$ -11,35 bi
  3. Ano 3R$ 97,22 bi
  4. Ano 4R$ 238,85 bi
  5. Ano 5R$ 375,30 bi

Os valores acima são saldos de cada ano, não acumulados. A necessidade de financiamento chega a R$ 125,54 bilhões em um mês da transição, sem fonte confirmada. A hipótese de juros reais é 5% ao ano.

O que acontece se as premissas falharem?

Com 70% dos ganhos e custos 25% maiores, o saldo parcial fica em −R$ 179,81 bilhões. Esse teste não tem probabilidade atribuída. Reprogramar a expansão exige recalcular a conta e preservar os serviços essenciais.

Abrir calendário, premissas e testes → · Ver as 22 linhas e seus custos ainda desconhecidos

Meta, hipótese, orçamento e resultado: qual a diferença?
Meta
Resultado desejado, como a redução de até 80% no Judiciário. Não comprova viabilidade.
Hipótese calculada
Consequência matemática de quantidades, preços e produtividade assumidos. É a situação deste saldo.
Orçamento validado
Exige demanda, capacidade, preços verificáveis, obrigações e fonte de recursos. Ainda não há orçamento nacional completo.
Resultado realizado
Exige execução observada, efeito de caixa e atendimento mantido. Não há economia realizada por Alegoria.
Sobre este documento: versão, período e referências
Entenda este resultado

Um portal com contas de etapas diferentes

O que está sendo medido
As comparações eleitorais e judiciais desta página têm escopos próprios. Os valores e percentuais devem ser lidos com o período e os custos da seção correspondente.
O que pode mudar a conta
Redução de pessoal, tecnologia, transição e manutenção alteram o custo proposto. Uma meta de corte não comprova sua viabilidade.
O que esta conta não resolve
Não some estes estudos entre si nem à conta nacional. O orçamento detalhado atual e os custos por dimensionar estão nas páginas de referência.
Conferir método e detalhamento ↗

Fatos documentados · regras propostas

Você paga.
Tem o direito de cobrar.

Auxílios, gastos de mandatos, obras paradas e proteção de aposentados. Examine os registros brasileiros e as respostas propostas por Alegoria.
O preço das escolhasCompare os fatos e as regras ↗

Três perguntas, três contas

Qual parte da transformação você quer entender?

Comece aqui · calendário de implantação

Segurança primeiro. Serviços mantidos durante a transição.

O exercício mais recente organiza 60 meses, identifica cada custo uma única vez e trata as 22 pendências de planejamento. O saldo parcial é hipotético: ainda faltam custos nacionais completos, validação dos ganhos e fonte de financiamento.

Ver o saldo, os custos e os testes de resistência · Explorar as etapas

Uma década de possibilidades

Desenvolvimento e Prosperidade de Alegoria

Conheça a meta de ao menos dobrar o PIB real anual em dez anos: mínimo de R$ 25,4 trilhões e trajetória ilustrativa de R$ 27,32 trilhões. Uma visão de futuro com seis compromissos, políticas propostas e uma trajetória interativa em valores reais de 2025.

O plano central

O que Alegoria implementaria para economizar e crescer

As reformas do Estado e as políticas de incentivo à indústria, ao comércio e à tecnologia. A conta operacional anterior de aproximadamente R$ 1,5 trilhão antecede a dedução do desenvolvimento e o novo calendário mensal; consulte a implantação acima para o exercício mais recente.

Conferência de 16/10/2026: quanto restaria depois da transição e dos investimentos? Veja a conta anual, o efeito do calendário e os custos ainda pendentes.

Orçamento e execução

Quanto custa começar o desenvolvimento?

Uma explicação visual para entender para onde iriam os recursos, comparar custos e percorrer os cinco anos. Para conferir quantidades, fórmulas e testes, consulte a memória técnica do orçamento.

Primeiro alvo operacional

Recursos para executar a transformação

Doze frentes para economizar, ampliar produção e mobilizar capital. O plano reúne fontes de recursos, sequência dos primeiros cem dias, custos e retornos, além de testes de atraso e necessidade de financiamento antes do retorno. Os valores simulados permanecem separados do caixa confirmado.

Produção, renda e capacidade de investir

Plano de desenvolvimento de Alegoria

Quanto esse plano poderia devolver? Cenários especulativos com crescimento gradual, receita adicional, custos e retorno fiscal em cinco e dez anos.

Oito programas conectam segurança, energia, logística, agroindústria, manufatura, tecnologia, pesquisa e mercados. O plano identifica entregas, reaproveitamento, financiamento e competências. A primeira versão do Plano Nacional de Educação de Excelência organiza a formação necessária, preservando o currículo integral. Crescimento hipotético não é receita disponível.

Simule a implementação

Quanto Alegoria economizaria?

Revisão de pensões e benefícios: regras aprovadas, exemplos mensais, transição de três anos e efeitos por coorte nos primeiros cinco anos.

A conta nacional unificada compara a referência brasileira com o orçamento próprio de Alegoria: funcionamento, transição e políticas adicionais do período atual. A formação nacional está reservada a plano futuro sem data de início. Campo desconhecido impede saldo completo. Consulte o relatório integrado e os estudos parciais anteriores.

Antes de ampliar os cortes, consulte a análise das maiores despesas brasileiras: tabelas de 2025 conferidas por função, tipo de gasto e esfera, com ordem de análise e aproveitamento da estrutura existente.

O programa operacional de redução de custos detalha doze frentes, sequência de execução e testes de produtividade, quantidade, preço e reaproveitamento. As sensibilidades têm custos de transição explícitos e perímetro próprio; não são somadas novamente ao cenário anterior.

Método principal

O orçamento nasce das funções necessárias de Alegoria

A reforma dimensiona a estrutura pelas funções e garantias que precisa entregar: demanda, território, prazo, qualidade e capacidade orientam automação, equipes, instalações e contratos. Instituições, cargos e prédios brasileiros não têm absorção presumida.

As projeções percentuais abaixo permanecem comparações de sensibilidade. O orçamento principal será o custo completo do novo desenho, incluindo implantação, transição e obrigações preservadas. Leia o relatório integrado.

Estudos anteriores: eleição, Justiça e primeiras metas — abrir conteúdo completo

Registro da evolução do projeto. As hipóteses originais permanecem consultáveis; seus resultados não compõem parcelas adicionais do exercício mensal. Os valores eleitorais usam reais de 2026; as demais bases identificam seus próprios períodos. Sem conversão e conciliação, a soma histórica não é orçamento homogêneo.

Estudo eleitoral anterior. A economia abaixo combina escolhas institucionais e hipóteses de custo. O cenário elimina o financiamento partidário permanente, reduz o fundo direto e considera uma campanha em cinco anos, comparada à média brasileira de 2,5 ciclos. Não representa apenas ganho de eficiência; o desenho também precisa ser avaliado quanto à competição, acesso de candidatos, fiscalização e financiamento irregular.

Abolir o financiamento permanente de partidos não torna a eleição gratuita. Alegoria ainda paga a campanha oficial, a Plataforma Pública Eleitoral, a segurança, a auditoria e os postos assistidos. A diferença é que o dinheiro deixa de sustentar estruturas permanentes e passa a comprar diretamente uma eleição curta, comum e inteiramente rastreada.

Com os valores públicos de 2026 e uma estimativa deliberadamente larga para a nova infraestrutura, o cenário central aponta economia de R$ 15,62 bilhões em cinco anos. A calculadora abaixo mostra a fórmula e permite trocar cada hipótese. Não há número escondido.

Cenário central

Diferença entre os pacotes comparados

primeiro ciclo de 5 anos

Modelo atual R$ 19,40 bi
Alegoria R$ 3,79 bi
Economia R$ 15,62 bi 80,5%

R$ 98,37 economizados por eleitor no quinquênio.

Comparação eleitoral · estudo parcial

Entenda este resultado

Compara fundos eleitorais e partidários com financiamento direto e custos previstos da plataforma ao longo de cinco anos. Os campos da calculadora alteram eleitorado, frequência eleitoral, construção, operação e auditoria. Não cobre todo o custo do Estado nem comprova segurança ou suficiência da plataforma.

Consultar a conta principal e suas pendências ↗

O ponto de partida

O que o Brasil já reservou em 2026

Fundo Eleitoral R$ 4,962 bi

Recursos públicos para uma eleição, distribuídos primeiro aos partidos.

Fundo Partidário R$ 1,4 bi/ano

Estrutura permanente que continua sendo financiada entre as eleições.

Pleitos eleitorais R$ 1,9 bi

Dotação de 2026 para realizar a eleição. Não entrou na economia calculada.

O Fundo Eleitoral de 2026 é de R$ 4.961.519.777. A Lei Orçamentária de 2026 registra aproximadamente R$ 1,4 bilhão para o Fundo Partidário e R$ 1,9 bilhão para pleitos eleitorais. A conta principal usa somente os dois fundos: mantém a administração eleitoral de fora para não fingir que o sistema digital eliminaria Justiça, fiscalização, atendimento e contingência.

Fontes: TSE, FEFC 2026 · Câmara, Orçamento 2026 pós-vetos · TSE, eleitorado 2026

A fórmula

De onde saem os R$ 19,4 bilhões

Fundo EleitoralR$ 4,962 bi × 2,5 eleiçõesR$ 12,404 bi

Fundo PartidárioR$ 1,4 bi × 5 anosR$ 7,000 bi

Total comparávelR$ 19,404 bi

O Brasil realiza eleições nacionais ou municipais a cada dois anos. Em cinco anos, a média é de 2,5 eleições. Como o ponto de início do período pode conter duas ou três, o custo comparável fica entre R$ 16,92 bilhões e R$ 21,88 bilhões, mantendo os valores de 2026 constantes. O número central é a média, não o extremo que mais favorece a tese.

Refaça a conta

Calculadora aberta

Os valores oficiais estão travados apenas como ponto de partida visual; todos os campos podem ser alterados. “Bi” significa bilhão de reais de 2026.

Uma campanha em cinco anos é hipótese deste estudo, não comprovação do calendário de todos os cargos. A comparação usa fundos brasileiros como referência; não inclui integralmente a administração eleitoral brasileira. Gastos de administração comuns ou diferentes precisam ser conciliados antes de afirmar economia eleitoral total.

O que produz a diferença?

A decomposição primeiro iguala o número de campanhas ao custo de referência e depois aplica o fundo menor. Outra ordem mudaria a atribuição entre fatores, mas não o total.

Financiamento partidário permanente retirado
Diferença de frequência das campanhas
Diferença do fundo por campanha
Plataforma, operação e auditoria adicionadas

Preencha todos os campos para calcular.

O modelo não mede separadamente ganho técnico de eficiência. A redução de financiamento e a mudança de frequência são escolhas institucionais. Acesso de novos candidatos, vantagem de quem já ocupa o cargo, pluralidade, financiamento irregular e fiscalização precisam ser avaliados com indicadores próprios; saldo positivo não prova melhora democrática ou segurança do voto.

Modelo atualFEFC × eleições + Fundo Partidário × 5

Alegoriafundo direto + construção + operação × 5 + auditoria

Teste de resistência

Comparação com três hipóteses de custo

Cenário Custo de Alegoria Economia em 5 anos Redução
Enxuto R$ 2,14 bi R$ 17,26 bi 89,0%
Central R$ 3,79 bi R$ 15,62 bi 80,5%
Margem alta R$ 5,93 bi R$ 13,47 bi 69,4%

Esta tabela fixa uma campanha de Alegoria e 2,5 ciclos brasileiros; não acompanha os campos editados acima. A margem alta financia candidaturas com metade do FEFC atual, reserva R$ 1,2 bilhão para construir a Plataforma, R$ 300 milhões por ano para operá-la e R$ 750 milhões para auditoria, segurança e contingência. Mesmo assim, a diferença calculada permanece próxima de setenta por cento. Isso testa somente os custos escolhidos; não demonstra resistência a todos os riscos de execução.

Onde a despesa desaparece

O corte vem da estrutura, não da fiscalização

  • Art. 82º Fundo Partidário permanente: zero. Associação política é livre, mas não recebe manutenção pública entre eleições.
  • Art. 82º, §5º Publicidade vendida: zero. Não existe impulsionamento; busca, filtros e rodízio auditável distribuem a visibilidade.
  • Art. 82º, §6º Produção duplicada cai. Estúdio, edição, legendagem, tradução, transmissão e debates são infraestrutura comum.
  • Art. 82º, §9º Fiscalização nasce junto com o pagamento. Conta, fornecedor, contrato, documento e entrega ficam na mesma plataforma.
  • Art. 345º, §10º A auditoria é distribuída. Qualquer pessoa pode reconstruir a contagem; a economia não depende de reduzir controle.

Como a automação deve reduzir custos

O Art. 615º exige automatizar processos públicos, integralmente ou por etapas, quando houver viabilidade técnica, economia total e manutenção ou melhoria do serviço. Manter uma tarefa automatizável em trabalho manual exige justificativa pública.

A comparação inclui implantação, operação, segurança, fiscalização, correção de erros e transição de pessoal. Também inclui deslocamento, documentos, espera e repetição de pedidos do cidadão. Transferir despesa ou trabalho à população não demonstra economia; custos compartilhados são contados uma só vez.

Aplicação controlada e medição de custo, prazo, erros e resultados permitem conferir o benefício. Projeção e economia realizada são apresentadas separadamente. Esta regra ainda não acrescenta valores à calculadora eleitoral acima: outras economias dependem do dimensionamento e da comparação de cada serviço.

O que esta conta não afirma

  • Os custos da Plataforma são estimativas de planejamento, não orçamento contratado.
  • O percentual do fundo direto ainda será decidido e por isso está exposto na calculadora.
  • Doações populares não são despesa pública e não entram como economia do Tesouro.
  • A dotação de R$ 1,9 bilhão para pleitos e a compensação fiscal de rádio e televisão foram excluídas da economia principal.
  • Os valores futuros foram mantidos em reais de 2026, sem fingir conhecer inflação ou decisões orçamentárias futuras.
Economia que depende de esconder custo é propaganda. Esta depende de publicar a fórmula. Leitura dos Arts. 82º e 345º

Reforma judicial

R$ 345,17 bilhões de economia projetada em cinco anos

valores constantes de 2025

Base sem reforma R$ 823,25 bi
Transição de Alegoria R$ 478,08 bi
Economia acumulada R$ 345,17 bi 41,9% no primeiro quinquênio

Reforma judicial · estudo anterior

Entenda este resultado

R$ 345,17 bilhões é a diferença acumulada entre a base e a transição modelada nos cinco anos. O teto do quinto ano exigiria redução de 67,8%; os 80% da despesa total continuam sendo uma meta, ainda não atingida neste estudo. Os tetos não foram demonstrados por um orçamento de equipes, contratos e demanda; custos de transição precisam caber neles para a meta ser executável.

Consultar a conta principal e suas pendências ↗

O ponto de partida judicial

Oitenta por cento exige dizer o que ainda não pode desaparecer

A referência utilizada neste estudo registra despesa judicial de R$ 164,65 bilhões em 2025: R$ 148,5 bilhões com pessoal, 19.094 magistrados, 281.252 servidores e 159.051 auxiliares. A parcela dos inativos corresponde a 15,3% da despesa total, aproximadamente R$ 25,2 bilhões.

Por isso, reduzir oitenta por cento da operação ativa ainda deixa obrigações previdenciárias antigas. No quinto ano, a redução exigida pelo teto adotado seria de 67,8%. A meta de oitenta por cento da despesa total permanece, mas não pode ser fabricada por corte de pensão ou transferência para outro orçamento.

Fonte: CNJ — Justiça em Números 2026, ano-base 2025.

Estudo judicial anterior · trajetória de metas

Cada redução precisa caber dentro da qualidade

Os valores seguintes são tetos desejados de despesa. Não são custos demonstrados por equipes, contratos e demanda. A diferença para a base indica a economia exigida para cumprir a meta, não comprova que ela seja executável, especialmente no primeiro ano.

AnoDespesa máximaRedução diante da base
1R$ 150,0 bi8,9%
2R$ 120,0 bi27,1%
3R$ 90,0 bi45,3%
4R$ 65,0 bi60,5%
5R$ 53,08 bi67,8%

Os limites incluem implantação, transição, indenizações, tecnologia, auditoria, atendimento e contingência. Prazo, erro, reversão, acesso físico e digital, emergência e atendimento de pessoa vulnerável funcionam como travas: piora acima do limite publicado interrompe a etapa de redução até a correção.

De onde vem a redução

Uma Justiça, duas Faces e administração comum

  • Art. 615º, §10ºAdministração única. Têmis e Nêmesis compartilham orçamento, infraestrutura e serviços administrativos.
  • Art. 615º, §11ºEspecialização sem novos tribunais. Trabalho, eleição, matéria militar e recursos superiores passam a câmaras especializadas.
  • Art. 615º, §12ºEstrutura necessária. Folha, compras, imóveis e arquivos são centralizados; o excedente é reaproveitado, alienado ou extinto.
  • Art. 615º, §13ºAutomação onde a regra é objetiva. Cálculos, execuções fiscais, notificações e atos administrativos deixam de consumir trabalho manual repetitivo.
  • Art. 615º, §15ºQualidade trava o corte. Economia que piora o serviço precisa ser corrigida antes de continuar.

Estudo anterior · sensibilidade por percentuais

Hipótese anterior de R$ 628,57 bilhões

primeiros 5 anos · valores constantes

Piso já quantificado R$ 360,79 bi
Reformas em cenário R$ 267,78 bi
Economia central R$ 628,57 bi faixa de R$ 513,97 a R$ 743,16 bi

Reformas ampliadas · comparação anterior

Entenda este resultado

O cenário central de R$ 628,57 bilhões e o teste de R$ 878,25 bilhões pertencem a etapas anteriores. São cenários alternativos, com perímetros próprios; não acrescente seus totais aos resultados atuais ou entre si. Os investimentos futuros não incluídos precisam de orçamento separado.

Consultar a conta principal e suas pendências ↗

Régua aprovada

O que já é projeção e o que ainda é cenário

MedidaConservadorCentralAlto
Reforma judicialR$ 345,17 biR$ 345,17 biR$ 345,17 bi
Reforma eleitoralR$ 15,62 biR$ 15,62 biR$ 15,62 bi
Administração, automação e ITRR$ 99,03 biR$ 165,05 biR$ 231,07 bi
Estrutura legislativa e políticaR$ 21,50 biR$ 53,75 biR$ 85,99 bi
Corregedorias e funções essenciais à JustiçaR$ 32,65 biR$ 48,98 biR$ 65,31 bi
Total em cinco anosR$ 513,97 biR$ 628,57 biR$ 743,16 bi

Justiça e eleições formam a referência projetada de R$ 360,79 bilhões em cinco anos. As outras três linhas são hipóteses percentuais para planejamento, construídos sobre as despesas brasileiras de 2025. No cenário central, a redução líquida cresce de 5% a 25% na Administração e no Legislativo e de 6% a 30% nas funções essenciais à Justiça. Implantação do ITR, CTAs, sistemas, segurança, transição e indenizações precisam caber dentro dos percentuais: se o custo for apenas deslocado, não existe economia.

Uma revisão estrutural mais ampla testa redução de representantes e gabinetes, união de municípios inviáveis e serviços administrativos compartilhados. As metas em estudo chegam no quinto ano a 40% na Administração, 60% no Legislativo e 40% nas funções essenciais à Justiça. Mantida a trajetória judicial e eleitoral, a referência quinquenal passa a R$ 878,25 bilhões, diferença de R$ 249,69 bilhões frente ao cenário central anterior. É teste de metas, sujeito a custos de implantação e transição e preservação do atendimento, sem economia comprovada ou novo número constitucional de cadeiras. As fusões não são somadas novamente às mesmas bases. Veja o relatório integrado.

Base nacional das novas linhas

R$ 346,15 bilhões por ano sob exame

O BSPN de 2026, ano-base 2025, registra R$ 220,07 bilhões na função Administração, R$ 71,66 bilhões na função Legislativa e R$ 54,42 bilhões em funções essenciais à Justiça. A projeção aplica uma trajetória gradual sobre cada base, sem contar saúde, educação, previdência, defesa ou infraestrutura como economia.

Depois do quinto ano, o cenário central representa cerca de R$ 204 bilhões de economia anual: R$ 111,57 bilhões na Justiça, R$ 55,02 bilhões na Administração, R$ 17,91 bilhões no Legislativo, R$ 16,33 bilhões nas funções essenciais à Justiça e média anual de R$ 3,12 bilhões no modelo eleitoral.

Fonte: Tesouro Nacional — BSPN 2026, dados de 2025. Evidência de escala digital: MGI — R$ 9,5 bilhões economizados pelo Conecta GOV.BR desde 2023.

O que permanece fora dos R$ 628,57 bilhões

  • dinheiro desviado recuperado, multas e reparações, que são receita recuperada;
  • redução de sonegação e melhora da arrecadação;
  • venda ou novo uso de imóveis e ativos desnecessários;
  • tempo, transporte, documentos e espera poupados ao cidadão;
  • ganhos futuros de produtividade, industrialização, ciência e energia;
  • danos ambientais, doenças, acidentes, crimes e desastres evitados.

Esses efeitos serão calculados em livros separados e só entrarão no resultado correspondente. A faixa histórica de R$ 513,97 a R$ 743,16 bilhões expressa diferenças calculadas sob hipóteses; não é intervalo de confiança nem economia validada. As referências de preço e de contabilidade ainda exigem conciliação.

Investimento e conta consolidada

A formação nacional também precisa entrar no orçamento

A formação de dois anos prevista no Art. 338º é um investimento nacional. A simulação usa como referência histórica os residentes brasileiros de dezoito anos do Censo 2022, homens e mulheres, repetidos como coorte anual constante. Não é previsão demográfica nem cadastro de convocados de Alegoria.

A implantação será gradual; a abrangência nacional é o objetivo final. Com piso meramente ilustrativo de R$ 3.000 e custos hipotéticos, a revisão da rede integral resulta em R$ 4,70 trilhões por cinco anos de operação completa. Esse valor permanece como referência futura, sem exigir toda a rede pronta na primeira turma.

Para testar a implantação por etapas, uma trajetória ilustrativa atende 5%, 10%, 20%, 35% e 50% de cada nova coorte e resulta em envelope de R$ 1,347 trilhão em cinco anos, com investimento incremental, operação e reservas. Percentuais e prazo de cobertura integral não foram fixados pelo autor. O cenário registra a demanda ainda não atendida e depende de equipes, instalações, cotações e regras de transição.

O custo adicional depende das despesas atuais efetivamente substituídas. A diferença entre versões da formação não é economia frente ao Brasil; atendimento menor e investimento adiado não são ganho de eficiência. Os R$ 628,57 bilhões projetados de redução de despesas não demonstram, por si só, financiamento de todos os novos investimentos.

A retomada do plano examina encargos especiais; benefícios previdenciários e assistenciais; variações financeiras; pessoal e encargos; e bens, serviços e consumo de capital. Esses conjuntos têm sobreposições e não serão somados como parcelas independentes. Principal da dívida permanece obrigação de pagamento.

O Relatório das reformas econômicas conclui as doze reformas e cobre os dezoito problemas anteriores. Cada frente define processo, aproveitamento de pessoas e patrimônio, capacidade, transição, custo e controles. A implantação segue dependências; a economia realizada e o saldo nacional serão apurados com os cadastros e a execução.

A reforma completa será dimensionada pelas funções necessárias de Alegoria, com demanda, capacidade, automação, equipes, instalações e custo completo. Instituições e cargos brasileiros não têm absorção presumida. Os cenários percentuais anteriores permanecem como comparações; não são limites ou orçamento principal da nova estrutura.

Referências: IBGE — Censo 2022, tabela 9514 · Tesouro Nacional — distinção entre orçamento e competência no BSPN 2026.

A Constituição inteira

De duas contas para 869 artigos

Eleições e Justiça são as primeiras projeções. O Mapa econômico da Constituição classifica os 27 títulos por economia direta, receita recuperada, obrigação futura e custo evitado ao cidadão, indicando o que falta medir em cada área.

Da ideia aos fundamentos e às críticas
  1. A ideia: Plano econômico consolidado.
  2. Como funcionaria: Frentes e condições de execução.
  3. Examinar exemplos: Simular a conta nacional, incluindo pendências. Os resultados dependem das premissas.
  4. Fundamento: Art. 82 · Art. 82, § 5º · Art. 82, § 6º · Art. 82, § 9º · Art. 345, § 10º · Art. 615. Estas referências já são citadas nesta página; leia também seus parágrafos e condições.
  5. Objeções: Críticas registradas ao projeto. Para esta leitura, examine também custos ausentes, sobreposição de economias e capacidade de executar o cenário.
Brasil documentado · Alegoria proposta

Seu dinheiro. Seu direito de cobrar.

O que a conta
não pode esconder.

Escolha um caso. Veja a escala, as evidências e o que Alegoria propõe mudar.

10 dossiês nesta edição

Ler os 12 casos e comparar os gastos →

Edição de 15/10/2026 · fontes oficiais · períodos próprios. Os valores destes casos não devem ser somados.