Um orçamento para todo o projeto
Conta nacional unificada
27 títulos · custos únicos · políticas explícitas
Sobre este documento: versão, período e referências
Entenda este resultado
Uma conta completa precisa de todos os custos
- O que está sendo medido
- O exemplo apresenta referência, custos preenchidos e saldo condicional por ano. Acumulado soma os anos e não deve ser acrescentado ao saldo anual.
- O que pode mudar a conta
- O resultado muda com custos próprios, transição, tecnologia e expansão. Estudos auxiliares não são ganhos extras a somar novamente.
- O que esta conta não resolve
- Custos por dimensionar impedem afirmar o saldo nacional completo. A formação nacional futura está separada por exclusão temporal explícita.
Calculadora unificada · Revisão de benefícios · Estudos anteriores
Conta nacional unificada de Alegoria
A conta compara uma única referência de despesa brasileira com os custos de Alegoria, sem exigir preservar instituições, cargos ou políticas do Brasil. A diretriz do autor é que Alegoria constitui uma nova ordem e decide suas próprias políticas e relações externas. O orçamento descreve recursos e resultados necessários segundo seus princípios. Tratados e políticas brasileiras não são pressupostos de organização do novo Estado.
A mudança institucional não fornece, por si só, preço de equipe, energia, material, construção ou financiamento. Não foi presumida ordem de cancelar o principal da dívida ou retirar pagamento legítimo, nem custo zero de transição. A hipótese específica sobre obrigações, cooperação ou ruptura precisa ter fluxo e contingências próprios; nenhum ganho é criado apenas mudando o nome do Estado.
Uma base de comparação
O quadro de execução orçamentária de 2025 registra R$ 7.143,125 bilhões de despesas empenhadas na classificação econômica, mantidos constantes por cinco anos apenas para a comparação. Fonte: BSPN 2026, páginas impressas 97 e 99. Não é fluxo de caixa. O total por função de R$ 7.143,127 bilhões difere R$ 0,002 bilhão; os dois totais não foram misturados.
| Natureza na referência | R$ bilhões por ano |
|---|---|
| Pessoal e encargos sociais | 1.690,25 |
| Juros e encargos da dívida | 414,62 |
| Outras despesas correntes | 2.669,50 |
| Investimentos | 250,99 |
| Inversões financeiras | 267,88 |
| Amortização e refinanciamento da dívida | 1.868,46 |
| Ajuste de classificação da referência | -18,56 |
O ajuste negativo de classificação é mantido simetricamente no exercício comparativo. Não é receita de Alegoria nem redução de despesa obtida pela reforma. A mesma base cobre todas as esferas consolidadas, com suas exclusões. As categorias não obrigam conservar qualquer organograma brasileiro.
Todas as políticas entram na mesma conta
Cada custo tem identificador único, valor por ano e escopo. As despesas agregadas de funcionamento, benefícios, juros, principal e investimento entram nas linhas-base com o orçamento próprio de Alegoria. Custos de nova capacidade, transição e políticas adicionais entram somente além do que essas linhas já cobrirem. Os 27 títulos constitucionais estão associados às linhas de custo, inclusive direitos, símbolos, cultura e transição.
Por decisão do autor em 15/10/2026, a formação nacional gradual é um plano futuro, fora do primeiro quinquênio atual. Suas nove linhas têm valor zero neste período por exclusão temporal explícita, não por desconhecimento ou cancelamento. O envelope hipotético de R$ 1.347,17965 bilhões continua preservado em formacao_futura no arquivo de dados, sem data de início. Quando houver implantação, seus custos precisarão entrar no período correspondente.
Sirius, Abismos, defesa adicional, educação, saúde, família e infância, previdência, representação, eleições, Justiça, regulação, ciência, IA própria, energia e IDE, produção, ambiente, infraestrutura, cultura, cidadania, moeda, política externa e passivos aparecem como linhas explícitas. Custo desconhecido permanece pendente e impede apresentar saldo completo.
Reaproveitamento e despesa compartilhada
O custo líquido de uma linha adicional é custo previsto menos aquisição evitada por reaproveitamento, mais adaptação, menos a parcela que já foi paga por outro dono de custo. Reaproveitamento exige capacidade útil e evita somente a aquisição demonstrada. Adaptação, mudança, manutenção e disponibilidade permanecem no orçamento. Salário de pessoa reaproveitada continua pago uma única vez.
Para descontar parcela já coberta, é preciso apontar uma linha anterior e registrar evidência do mesmo objeto. A soma das coberturas não pode superar o custo do dono em cada ano; o sistema rejeita ciclos e descontos acima do custo previsto. Esse controle evita soma duplicada, mas não substitui a verificação de que a pessoa, prédio ou sistema atende às duas funções na capacidade necessária.
Os zeros de reaproveitamento e cobertura no exemplo significam hipótese sem crédito ainda demonstrado. Não afirmam inexistência de patrimônio útil. Os valores conhecidos da tecnologia já incluem o reaproveitamento do teste anterior, que não pode receber novo desconto igual. Orçamento executivo continua sujeito ao inventário.
Resultado integrado das parcelas já parametrizadas
O exemplo usa o teste operacional intensivo apenas como hipótese de custo substituto, em conversão 1:1 ainda não validada entre variação por competência e despesa empenhada. Mantém as outras parcelas da referência como reservas comparativas e inclui tecnologia e transição uma vez. A formação nacional está fora deste quinquênio, conforme determinação do autor. Capacitação necessária à reforma e à continuidade dos serviços permanece no orçamento. Não adiciona os R$ 878,2545 bilhões antigos e não preserva por presunção a estrutura do Brasil.
| Parcela no exemplo | Cinco anos em R$ bilhões |
|---|---|
| Potencial operacional já líquido de tecnologia e transição | 1.489,95 |
| Formação nacional no período atual — plano futuro | 0,00 |
| Saldo condicional das parcelas preenchidas | 1.489,95 |
| Saldo nacional completo | Pendente |
O saldo de R$ 1.489,95 bilhões não é projeção fiscal fechada: depende da ponte de comparação e ainda faltam custos de novas políticas. O adiamento da formação altera o período de investimento; não é ganho recorrente de eficiência nem receita. Novos custos reduzem o saldo; aquisições efetivamente evitadas, despesas compartilhadas identificadas e novas reduções exclusivas podem aumentá-lo.
Explore os números
O exemplo preenchido ao longo de cinco anos
Saldo condicional usa apenas as parcelas preenchidas. Custos ainda desconhecidos impedem afirmar um saldo nacional completo.
R$ bilhões · Referência brasileira
Barras na mesma escala, a partir de zero. O comprimento mostra a magnitude e o valor escrito mantém o sinal. Valores pendentes ficam sem barra. A maior barra representa o maior valor da coluna selecionada.
Valores da tabela a seguir. Selecione uma linha para ler seus detalhes; a tabela completa continua disponível.
Entenda este resultado
Uma conta completa precisa de todos os custos
- O que está sendo medido
- O exemplo apresenta referência, custos preenchidos e saldo condicional por ano. Acumulado soma os anos e não deve ser acrescentado ao saldo anual.
- O que pode mudar a conta
- O resultado muda com custos próprios, transição, tecnologia e expansão. Estudos auxiliares não são ganhos extras a somar novamente.
- O que esta conta não resolve
- Custos por dimensionar impedem afirmar o saldo nacional completo. A formação nacional futura está separada por exclusão temporal explícita.
| Ano | Referência brasileira | Custo preenchido | Saldo condicional | Acumulado |
|---|---|---|---|---|
| 1 | 7.143,12 | 7.129,66 | 13,46 | 13,46 |
| 2 | 7.143,12 | 6.982,32 | 160,80 | 174,26 |
| 3 | 7.143,12 | 6.821,33 | 321,80 | 496,06 |
| 4 | 7.143,12 | 6.680,09 | 463,03 | 959,10 |
| 5 | 7.143,12 | 6.612,27 | 530,85 | 1.489,95 |
Valores em R$ bilhões constantes na hipótese. O custo preenchido não é custo total enquanto houver pendências. Meta de R$ 1 trilhão a R$ 1,5 trilhão só é comparada ao saldo completo do cenário; ganho realizado exige validação e execução.
Linhas que precisam de orçamento adicional
| Linha | O que deve ser incluído além do já coberto |
|---|---|
| Organização dos poderes e representação | Coroa, câmaras, conselhos, administração regional, cultura institucional e símbolos: custo adicional ao que o orçamento-base de Alegoria já incluir. Não preserva órgão brasileiro por presunção. |
| Eleição e plataforma eleitoral | Candidaturas, divulgação, votação, assistência e auditoria. Plataforma técnica compartilhada com ITR deve apontar o mesmo dono de custo. |
| Justiça, regulação e revisão | Estrutura jurídica e regulatória necessária, revisão humana, corregedoria e reparação; excluir custos já contemplados em pessoal, serviços ou ITR. |
| Abismos e execução penal | Projeto, construção ou adaptação, custódia, saúde, pesquisa, pessoal, operação, manutenção e revisão. Receita de produção ou pesquisa não é antecipada como corte. |
| Sirius e segurança adicional | Capacidade adicional de segurança, formação, equipamentos, inteligência, operação e manutenção, além do já financiado na base comparável. |
| Defesa e tecnologia militar adicional | Prontidão e capacidade militar necessárias; tecnologia militar separada do ITR civil. Reaproveitamento exige compatibilidade e disponibilidade. |
| Educação adicional além da formação nacional | Expansão, currículo, escolas, professores, pesquisa e qualidade além dos serviços já incluídos no orçamento de Alegoria. |
| Saúde e expansão de atendimento | Capacidade adicional, equipes, instalações, insumos, prevenção, acessibilidade e manutenção; aproveitar unidades e pessoal aptos. |
| Família, gestação e infância | Proteção e serviços adicionais da Constituição, com cobertura, pessoal e custo substituto explícitos. |
| Transição previdenciária e assistencial | Regimes aprovados, revisão, proteção substituta, obrigações de aportes e diferenças além dos benefícios já incluídos na base. Não se presume supressão de pagamento legítimo. |
| Administração fiscal e financeira adicional | Conciliação, cobrança, prestação de contas e controle com custos já incluídos em pessoal e ITR identificados para evitar repetição. |
| Moeda, pagamentos e eventual conversão | Desenvolvimento e operação adicional do regime monetário e da conversão, contingência e supervisão. Não presume valorização, juros menores ou receita nova. |
| Indústria, agropecuária e manufatura | Apoio e infraestrutura produtiva autorizados, fiscalização e conservação; crédito, subsídio de despesa e receita tributária em contas próprias. |
| Ciência, IA própria e conhecimento | Pesquisa e desenvolvimento não incluídos no ITR ou na formação; laboratório, pessoal, operação e financiamento têm dono único. |
| Desenvolvimento energético e IDE | Pesquisa energética, oferta, rede e Instituto de Desenvolvimento Energético na sequência aprovada; fusão sem receita comercial presumida no quinquênio. |
| Ambiente, conservação e recursos naturais | Matas, água, mar, fiscalização e uso sustentável; aproveitar equipes e bases úteis sem duplicar estrutura de segurança. |
| Infraestrutura, saneamento e urbanismo | Água, esgoto, resíduos, transporte, cidades, obras e manutenção além do custo já incluído nas demais linhas. |
| Cultura, identidade e liberdade religiosa | Cultura, artes, memória, identidade visual e garantia das liberdades previstas. Não cria financiamento religioso não aprovado. |
| Cidadania, direitos e atendimento | Cadastro, documentação, migração, acesso e defesa de direitos, com suporte técnico e pessoal compartilhados atribuídos a um único orçamento. |
| Política externa e contingências de transição | Cooperação, diplomacia, fornecimento e custos contingentes da mudança de regime. Tratados e políticas brasileiras não definem automaticamente o desenho de Alegoria; consequências e custos exigem cenários próprios. |
| Obrigações adicionais e riscos reconhecidos | Passivos, garantias e custo financeiro de transição além da referência já incluída. A diretriz institucional não equivale a ordem de cancelar principal ou benefício. |
| Outras políticas e custos não classificados | Toda medida constitucional ou projeto adicional sem outra linha deve ser identificado aqui e depois desmembrado; não pode desaparecer da consolidação. |
Desenvolvimento produtivo em paralelo
O plano de desenvolvimento organiza oito programas de segurança econômica, energia, logística, agroindústria, manufatura, tecnologia, biotecnologia e mercados. Cada programa aponta as linhas de custo desta conta. Crescimento e receita adicional não foram usados para completar lacunas fiscais: projetos, custos, fontes e resultados precisam ser demonstrados. A matriz de competências conecta a primeira versão do plano de educação nacional de excelência, registrada após a carteira produtiva. Consulte desenvolvimento-alegoria.md e a página de desenvolvimento.
Revisão de benefícios iniciada
A primeira frente adicional aplica as regras já aprovadas no Art. 482º: faixas progressivas, proteção da aposentadoria própria, despesas essenciais e transição de três anos. O estudo específico calcula oito exemplos individuais e o efeito de cinco coortes de revisão, sem atribuir taxa de fraude nacional. Uma redução anual plena elegível de R$ 1 bilhão iniciada no começo do ano 1 produz R$ 4 bilhões brutos em cinco anos; seus custos de administração e proteção substituta ainda precisam ser descontados. É uma unidade de cálculo, não incidência estimada. Consulte economia-beneficios.md e a página de benefícios.
Onde buscar economia adicional
A ordem abaixo prioriza despesas que não receberam cortes no teste atual. As bases mostram tamanho, não parcela eliminável; não são aditivas entre classificações. Nenhuma economia nova foi creditada sem dimensionamento. Fundos e apoios financeiros podem atravessar várias classificações e precisam de conciliação por pagamento.
| Ordem | Frente | Base de referência em R$ bilhões anuais |
|---|---|---|
| 1 | Benefícios previdenciários e assistenciais | 1.870,91 |
| 2 | Benefícios e outras verbas de pessoal | 81,45 |
| 3 | Subsídios, fundos e apoio financeiro | Por reconciliar |
| 4 | Obras e investimentos desnecessários | 250,99 |
| 5 | Juros, mora e riscos financeiros | 414,62 |
| 6 | Rede física, serviços e resultado por atendimento | Por reconciliar |
1. Benefícios previdenciários e assistenciais
Quantificar as regras de pensões já aprovadas, revisar pagamentos duplicados, elegibilidade, óbitos e acumulações indevidas. Integrar cadastros e corrigir erros de concessão e de negativa, com revisão e proteção substituta previstas. Pensões de R$ 316,639 bilhões já são parte desta base. Aporte voluntário de aposentado é financiamento com obrigação futura, não economia.
Competência; BSPN 2026, página impressa 86. Benefícios pagos não receberam redução no teste operacional. Custo administrativo da revisão pode já estar em pessoal, serviços e ITR.
2. Benefícios e outras verbas de pessoal
Abrir cada rubrica e eliminar duplicidades, pagamentos sem função ou requisito e vantagens incompatíveis com a remuneração por trabalho necessária de Alegoria. Preservar compensações justificadas por risco, deslocamento ou trabalho efetivo; indenização não é automaticamente privilégio.
Competência: benefícios ao pessoal 51,798 + outras de pessoal 29,655; composição ainda não auditada. O teste corta remuneração ativa, não estas duas rubricas. Conferir incidência e valores ligados aos postos já eliminados antes de lançar efeito adicional. Encargos entre entes públicos não são economia consolidada só por mudar o pagador.
3. Subsídios, fundos e apoio financeiro
Reconstruir a carteira de apoio de Alegoria com objetivo, custo, retorno social, prazo e condição de encerramento. Descontinuar apoio sem resultado e aportes que só sustentem estruturas sem função; preservar apoio produtivo demonstravelmente útil. Cobrar garantias e medir inadimplência esperada.
Separar despesa, custo de crédito e renúncia tributária; reconciliar cada programa. Verificar o que já está em contratos, serviços, benefícios ou inversões. Revogar isenção pode aumentar arrecadação; não reduz automaticamente despesa. Empréstimo e participação societária não equivalem integralmente a perda fiscal.
4. Obras e investimentos desnecessários
Reavaliar carteira por demanda, benefício, capacidade existente, custo de conclusão e operação. Evitar obra duplicada e construção que possa ser substituída por adaptação útil. Decidir conclusão ou encerramento pelo custo futuro e serviço entregue, sem abandonar saneamento ou capacidade essencial apenas para reduzir o desembolso imediato.
Despesa empenhada em investimentos; não é base inteira disponível para corte. Investimentos não receberam redução no exemplo. Separar obras já canceladas, despesas de contratos afetadas pelo teste e multas. Adiar não equivale a ganho permanente.
5. Juros, mora e riscos financeiros
Evitar mora, organizar caixa e avaliar refinanciamento pelo custo total, prazo e risco. Modelar redução de juros apenas quando uma trajetória de estoque, vencimentos e custo efetivo a sustentar. Manter pagamento do principal conforme decisão anterior do autor.
Despesa empenhada em juros e encargos; não misturar com variação cambial por competência. Nenhum ganho de juros foi creditado. Troca de moeda, câmbio valorizado ou redução administrativa da taxa não demonstram por si só economia. Principal e rolagem não viram corte.
6. Rede física, serviços e resultado por atendimento
Unificar compras, estoques, laboratórios, logística, imóveis e suporte quando a capacidade permitir. Reduzir manutenção de áreas vazias, aluguel e serviços redundantes. Aproveitar instalações úteis e medir espera, acesso territorial, erro, resultado clínico ou educacional e capacidade de contingência.
Mecanismo para aprofundar reduções existentes, não nova base independente. Folha, serviços e materiais já receberam reduções intensivas. Fusões políticas e judiciais, compras e automação melhoram ou comprovam essas hipóteses; não podem ser somadas de novo. Venda de imóvel é receita patrimonial única, separada da economia recorrente.
O TCU mantém concessão e pagamento de benefícios previdenciários entre os temas de alto risco, abrangendo atrasos e indeferimentos indevidos. A revisão precisa corrigir pagamentos indevidos e negativas erradas; bloquear um benefício devido não é eficiência. Acompanhamento de 2026.
Como fechar a conta
Dimensionar as funções de Alegoria por demanda, território, qualidade e capacidade; preencher seus custos nas linhas agregadas, sem absorção presumida de órgão. Orçar cada capacidade adicional, atribuir custos comuns a um dono, comprovar créditos de reaproveitamento e contabilizar adaptação e manutenção. Conciliar referência e custo substituto no mesmo período, cobertura e critério, com ponte explícita entre competência, empenho e pagamento.
A calculadora oferece orçamento direto em aberto e o exemplo integrado para revisão. Campo vazio nunca vira zero confirmado. Só quando todas as linhas estiverem preenchidas ela exibe saldo total do cenário, que continua sendo uma simulação até a validação dos dados e da capacidade. Arquivos guardam premissas, origem dos créditos e pendências, sem esconder novas políticas fora do total.
A Constituição e o orçamento funcional não receberam valores inventados para cumprir a meta. Não há total nacional executivo conhecido nem economia confirmada neste estágio. A consolidação identifica as políticas atuais, o plano futuro de formação e os impedimentos ao fechamento.
Financiamento da transformação
O plano de financiamento organiza doze frentes, fontes, preparação em cem dias e caixa nominal mensal. A sensibilidade conjunta reúne economia operacional e receita de crescimento sob hipóteses explícitas, subtraindo custos adicionais. É subtotal parcial, não saldo completo desta conta. Déficit de partida, vencimentos, vinculações e custos pendentes precisam ser reconciliados antes de considerar qualquer recurso livre. Consulte financiamento-alegoria.md e a página de financiamento.