Desenvolvimento de Alegoria · primeira carteira
Um futuro maior.
Uma conta que
todos entendem.
Escolas melhores. Energia que chega. Conhecimento que vira capacidade de produzir. Veja como começaria esse investimento.
Explore o orçamentoSobre este documento: versão, período e referências
Entenda este resultado
Uma carteira, não o orçamento inteiro do país
- O que está sendo medido
- Soma implantação e pesquisa, funcionamento previsto e margem. A referência de R$ 521,93 bilhões cobre os cinco anos da primeira carteira.
- O que pode mudar a conta
- Os botões mantêm as quantidades e alteram preços e margem. Não representam chances de sucesso. Reaproveitamento precisa ser verificado e não elimina manutenção.
- O que esta conta não resolve
- Faltam cotações, confirmação da capacidade e financiamento. A expansão nacional futura tem escopo próprio.
Uma proposta em estudo. Os valores são hipóteses de planejamento, ainda sem cotações ou financiamento confirmado. Esta é uma primeira carteira pública; não é todo o orçamento do país nem garantia de dobrar o PIB.
Bi = bilhão. R$ 1 bilhão equivale a R$ 1.000 milhões.
Valores de 2025. Comparamos o mesmo poder de compra, sem inflar os números com a inflação futura.
Cinco anos somados. O total da carteira não é um gasto anual. O calendário separa cada ano.
01 / O destino dos recursos
O dinheiro precisa
virar algo útil.
Doze intervenções, reunidas aqui em cinco áreas. Escolha uma área para entender o que seria feito.
Quantidades propostas, preços de referência e margem de 20% sobre implantação e pesquisa temporária.
O cenário selecionado atualiza áreas, composição e calendário abaixo. As quantidades atendidas são as mesmas; variam os preços e a margem. São testes de custo, sem probabilidades atribuídas.
Leia o desenho
Cada área tem seu lugar na conta.
O círculo inteiro representa o orçamento selecionado. Cada faixa mostra a participação de uma área. Escolha uma área nos botões abaixo: o destaque e a explicação mudam juntos.
As barras abaixo usam a mesma escala: a largura inteira equivale a 100% do orçamento. Cor, nome, número e valor identificam cada área.
Construir é só uma parte da conta.
Estruturas, adaptações, equipamentos e projetos de pesquisa.
R$ 72,71 de cada R$ 100Equipes, energia, manutenção e insumos durante os cinco anos.
R$ 12,75 de cada R$ 100Margem do orçamento inteiramente usada neste teste.
R$ 14,54 de cada R$ 100A margem já faz parte do total. Os valores por R$ 100 são arredondados e servem apenas para explicar a divisão.
Uma conta, passo a passo · referência fixa
Como chegamos ao custo da energia?
O exemplo prevê 50 intervenções públicas. 50,00% aproveitariam estruturas existentes; as demais seriam novas.
Somam-se R$ 1,755 bilhão de operação durante os cinco anos e R$ 6,00 bilhões de margem (20,00% da implantação). Total: R$ 37,755 bilhões, ou R$ 37,76 bi arredondados.
Por que a operação não é igual em todos os anos?
A operação anual completa deste pacote seria 3,00% de R$ 30,00 bilhões, ou R$ 900,00 milhões. O modelo entrega capacidade aos poucos: 5,00%, 15,00%, 25,00%, 30,00%, 25,00%. Conta meio ano de operação para a parte recém-entregue e um ano para a parte já ativa. Por isso, a soma da operação nos cinco anos é R$ 1,755 bilhão. Obras reais precisarão de calendários próprios.
02 / Da intenção à entrega
O que está dentro
de cada investimento.
Estas são as doze intervenções da primeira carteira. Abra cada uma para ver quantidade, composição do custo, reaproveitamento e resultados a acompanhar.
Valores em cinco anos · Referência de planejamento · R$ bilhões de 2025. Os totais de todas as fichas formam o orçamento; diferenças de centavos podem surgir do arredondamento.
B01 Serviços econômicos integradosR$ 4,77 bi
Quantidade planejada: 2.000 fluxos de atendimento.
Integração e novos serviços além do núcleo administrativo já custeado na reforma; exclui nova força de segurança.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 3,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 1,17 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 0,60 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 2,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 1,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 50,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 20,00% da implantação: R$ 0,60 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Cadastros, equipes e sistemas compatíveis; adaptação inclui integração e migração.
Quem executaria: ITR e gestão econômica.
Como verificar a entrega: Tempo, acesso e erros por atendimento; volume de demanda validado.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B02 Conexões e eficiência energéticaR$ 37,76 bi
Quantidade planejada: 50 intervenções em ativos públicos.
Conexões, recuperação e eficiência na infraestrutura pública; não cobre toda geração ou transmissão nacional.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 30,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 1,76 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 6,00 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 800,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 400,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 50,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 3,00% da implantação: R$ 0,90 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Redes e instalações com vida útil e capacidade demonstradas.
Quem executaria: Gestão energética e operadores públicos.
Como verificar a entrega: Capacidade entregue, confiabilidade e energia por unidade produzida.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B03 Logística e acessos produtivosR$ 81,79 bi
Quantidade planejada: 100 projetos de acesso e logística.
Adaptações e trechos críticos de infraestrutura pública; sem presumir cobertura de todo corredor ferroviário ou rodoviário.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 64,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 4,99 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 12,80 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 1.000,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 400,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 60,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 4,00% da implantação: R$ 2,56 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Acessos, terminais e estruturas úteis, com reforço e manutenção cotados.
Quem executaria: Gestão de infraestrutura.
Como verificar a entrega: Fluxo demandado, custo por carga e redução de perdas.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B04 Água e infraestrutura ambientalR$ 81,79 bi
Quantidade planejada: 100 projetos hídricos e de saneamento.
Capacidade incremental de água, saneamento e reúso ligada aos territórios atendidos; não universalização nacional completa.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 64,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 4,99 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 12,80 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 1.000,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 400,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 60,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 4,00% da implantação: R$ 2,56 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Redes e instalações compatíveis com segurança hídrica e demanda.
Quem executaria: Gestão territorial e ambiental.
Como verificar a entrega: Água disponível, efluentes tratados e capacidade licenciada.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B05 Agropecuária e alimentosR$ 16,42 bi
Quantidade planejada: 200 unidades públicas de assistência e validação.
Assistência, ensaios, demonstração e qualidade; exclui o investimento comercial das fazendas e indústrias.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 11,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 3,22 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 2,20 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 100,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 40,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 75,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 15,00% da implantação: R$ 1,65 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Extensão rural, laboratórios e instalações de demonstração.
Quem executaria: Gestão produtiva e pesquisa agropecuária.
Como verificar a entrega: Perdas, produtividade, qualidade e conservação por projeto.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B06 Engenharia e manufaturaR$ 52,31 bi
Quantidade planejada: 100 centros públicos de engenharia e ensaio.
Engenharia, certificação e ensaios compartilhados; não são cem fábricas subsidiadas.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 37,50 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 7,31 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 7,50 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 500,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 250,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 50,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 10,00% da implantação: R$ 3,75 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Oficinas e laboratórios com equipamentos úteis e acesso regulado.
Quem executaria: Gestão produtiva e pesquisa.
Como verificar a entrega: Empresas atendidas, qualidade, custo e produtos validados.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B07 Tecnologia e IA civilR$ 22,26 bi
Quantidade planejada: 100 módulos de capacidade tecnológica.
Capacidade incremental de pesquisa, computação e software além da tecnologia da reforma; módulos não significam cem novos data centers.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 14,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 5,46 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 2,80 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 200,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 100,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 60,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 20,00% da implantação: R$ 2,80 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Centros e capacidade compatível, cobrando adaptação, energia e equipe adicionais.
Quem executaria: ITR e pesquisa civil.
Como verificar a entrega: Desempenho, custo completo, capacidade própria e uso demonstrado.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B08 Biotecnologia e saúde aplicadaR$ 39,75 bi
Quantidade planejada: 80 laboratórios e unidades de validação.
Ensaios e desenvolvimento civil; exclui expansão geral da rede assistencial e compras comerciais já custeadas.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 25,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 9,75 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 5,00 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 500,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 250,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 75,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 20,00% da implantação: R$ 5,00 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Laboratórios e hospitais de ensino com qualidade e biossegurança demonstradas.
Quem executaria: Pesquisa, saúde e regulação.
Como verificar a entrega: Etapas de validação, disponibilidade de insumos e capacidade científica.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B09 Mercados e serviços culturaisR$ 5,36 bi
Quantidade planejada: 300 núcleos de atendimento e acesso a mercados.
Serviços e preparação de projetos; não cria trezentos órgãos, embaixadas ou prédios.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 3,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 1,76 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 0,60 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 20,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 10,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 100,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 30,00% da implantação: R$ 0,90 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Equipes, espaços culturais e serviços de comércio existentes.
Quem executaria: Gestão econômica, cultural e relações externas.
Como verificar a entrega: Clientes atendidos, compradores efetivos e capital desembolsado.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B10 Educação básica e formação docenteR$ 78,12 bi
Quantidade planejada: 10.000 unidades escolares atendidas.
Melhoria incremental de infraestrutura, materiais e apoio docente nas unidades selecionadas; não é orçamento da rede nacional inteira.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 56,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 10,92 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 11,20 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 8,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 4,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 60,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 10,00% da implantação: R$ 5,60 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Escolas aptas a adaptação, com trabalho adicional sem repetir folha já coberta.
Quem executaria: Educação.
Como verificar a entrega: Aprendizagem, acesso, condições de ensino e formação docente.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B11 Ensino técnico e qualificaçãoR$ 77,61 bi
Quantidade planejada: 2.000 unidades de ensino técnico atendidas.
Laboratórios didáticos, docentes e operação incrementais; exclui formação nacional residencial futura.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 52,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 15,21 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 10,40 bi
Como o preço foi estimado: valor por unidade nova: R$ 40,00 milhões. Adaptação por unidade: R$ 20,00 milhões. Reaproveitamento previsto: 70,00% das unidades.
Depois da implantação: Operação anual completa estimada em 15,00% da implantação: R$ 7,80 bi por ano. Nos primeiros cinco anos, ela cresce conforme as entregas.
O que pode ser aproveitado: Unidades de ensino com capacidade adaptável; separadas dos laboratórios de pesquisa B05 a B08.
Quem executaria: Educação e gestores dos programas.
Como verificar a entrega: Vagas úteis, aprendizagem, conclusão e competências disponíveis.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
B12 Pesquisa estratégica por etapasR$ 24,00 bi
Quantidade planejada: 1.000 projetos de pesquisa no quinquênio.
Despesa temporária de equipes, insumos e experimentos; sem repetir prédios ou equipamentos de B05 a B08.
- Implantação ou pesquisa
- R$ 20,00 bi
- Operação nos cinco anos
- R$ 0,00 bi
- Margem para custos adicionais
- R$ 4,00 bi
Como o preço foi estimado: valor por projeto de pesquisa ao longo desta etapa: R$ 20,00 milhões. Pesquisa temporária; não significa construir mil laboratórios.
Depois da implantação: O trabalho e os insumos de pesquisa já integram a despesa temporária; não há operação permanente adicional lançada neste pacote.
O que pode ser aproveitado: Usa infraestrutura orçada em outras linhas; aqui somente trabalho e insumos adicionais.
Quem executaria: Pesquisa civil; ITR e IDE na etapa prevista.
Como verificar a entrega: Marcos científicos e técnicos, avaliação e decisão de continuidade.
Hipóteses técnicas propostas para dimensionar a primeira carteira; sem inventário, cotação ou compromisso financeiro. Valores atualizados pelo cenário de custo selecionado.
03 / O ritmo da implantação
Cinco anos.
Uma construção gradual.
O plano começaria menor e ampliaria as entregas. Conforme as estruturas entram em funcionamento, também crescem os gastos para mantê-las.
Gasto proposto em cada ano · R$ bilhões de 2025 · Referência de planejamento
Inventariar estruturas, preparar projetos e iniciar as primeiras intervenções.
- Implantar e pesquisar
- R$ 18,98 bi
- Manter funcionando
- R$ 0,85 bi
- Prever custos adicionais
- R$ 3,80 bi
Acumulado até aqui: R$ 23,62 bilhões.
4,53% do orçamento de cinco anos.
O calendário é uma hipótese anual. Cada obra e serviço precisará de prazo próprio. A reprodução é opcional e pode ser pausada.
Depois de implantada, essa capacidade continuaria exigindo aproximadamente R$ 34,12 bilhões por ano para funcionar, antes de novas expansões e grandes reposições.
04 / Usar bem o que já existe
Antes de construir,
olhar de novo.
Uma escola, um laboratório ou uma rede podem ganhar nova capacidade por adaptação. Isso depende de inspeção, segurança e custo de manutenção.
Comparação apenas de implantação e pesquisa temporária, na referência de preços. Operação e margem estão fora deste gráfico.
R$ 180,50 bi de implantação evitada nesta comparação.
Essa diferença já está no orçamento menor. Não é uma economia extra para somar novamente.
05 / De onde viriam os recursos
Economizar, desenvolver
e acompanhar o caixa.
A conta combina a hipótese de reforma intensiva do Estado com receitas adicionais do crescimento. O resultado abaixo cobre somente as parcelas modeladas.
Já descontados os custos da reforma estimados no modelo.
Hipótese de arrecadar 25% da produção adicional frente à trajetória de comparação.
Atualiza com o cenário de custo escolhido acima.
Não é dinheiro livre, saldo do país inteiro ou financiamento confirmado.
Mesmo com resultado positivo ao final, seria preciso cobrir uma lacuna inicial. Na referência, faltariam R$ 10,16 bi nos fechamentos anuais. O fluxo mensal pode exigir mais recursos. Obrigações existentes, divisão entre esferas e expansões ainda não orçadas precisam entrar antes de definir dinheiro disponível.
E se as hipóteses não se realizarem?
Os testes abaixo mantêm as combinações da memória técnica e não mudam com o seletor de custos. Não são previsões nem têm probabilidades atribuídas.
Sem receita extra do crescimento
Reforma intensiva; sem receita de crescimento adicional.
Resultado parcial em cinco anos: R$ 968,01 bi. Depois da saída do principal dos empréstimos: R$ 968,01 bi.
Necessidade adicional máxima nos fechamentos anuais, já considerando o principal: R$ 10,16 bi. A necessidade dentro de cada ano pode ser maior.
Ganhos atrasam; custos sobem
Ganhos atrasam um ano; maior custo do desenvolvimento.
Resultado parcial em cinco anos: R$ 844,43 bi. Depois da saída do principal dos empréstimos: R$ 844,43 bi.
Necessidade adicional máxima nos fechamentos anuais, já considerando o principal: R$ 244,16 bi. A necessidade dentro de cada ano pode ser maior.
Ganhos de reforma e crescimento não chegam
Sem ganhos operacionais nem aceleração.
Resultado parcial em cinco anos: R$ -604,78 bi. Depois da saída do principal dos empréstimos: R$ -604,78 bi.
Necessidade adicional máxima nos fechamentos anuais, já considerando o principal: R$ 604,78 bi. A necessidade dentro de cada ano pode ser maior.
Com R$ 100 bi em empréstimos públicos
Referência mais R$ 100 bilhões de principal emprestado.
Resultado parcial em cinco anos: R$ 2.388,43 bi. Depois da saída do principal dos empréstimos: R$ 2.288,43 bi.
Necessidade adicional máxima nos fechamentos anuais, já considerando o principal: R$ 10,16 bi. A necessidade dentro de cada ano pode ser maior.
O principal de um empréstimo sai do caixa, mas não é tratado como gasto definitivo nesta conta. Subsídios, inadimplência e custo de financiamento precisam de avaliação própria.
06 / Sem precisar falar economês
As perguntas que importam.
Esse dinheiro já existe?
Não há recursos confirmados para esses projetos. A proposta avalia economia de despesas, receitas adicionais e escolhas dentro do orçamento. Obrigações já existentes e a divisão entre esferas precisam ser consideradas antes de comprometer recursos.
Isso é a mesma coisa que o PIB?
Não. PIB mede o valor produzido por toda a economia em um ano. Aqui mostramos gastos públicos adicionais propostos durante cinco anos. A meta de dobrar o PIB é um objetivo diferente, explicado na página de prosperidade.
Onde entram as empresas e o crédito?
Empresas nacionais e estrangeiras poderiam financiar suas próprias instalações e atividades. Esse capital não vira automaticamente dinheiro do governo. Quando o governo empresta, o principal sai do caixa e precisa ser recuperado; juros, perdas e subsídios têm conta própria.
O orçamento cobre tudo e garante o crescimento?
Não. É uma primeira carteira. Ficam por dimensionar outras expansões de segurança, saúde e infraestrutura, investimentos comerciais e os custos completos da segunda metade da década. A formação nacional residencial continua futura. A relação entre estas entregas e o crescimento pretendido ainda precisa ser demonstrada.
E se os custos subirem ou os resultados atrasarem?
Os controles acima comparam custos menores e maiores. A memória técnica também testa atraso dos ganhos, ausência de crescimento adicional e necessidade de recursos antes dos retornos. As estimativas precisam mudar quando surgirem dados melhores.