← Voltar ao plano econômicoConferência das contas de Alegoria
16 de outubro de 2026 · Revisão interna dos modelos existentes · Valores em R$ bilhões constantes de 2025.
Conferência das contas — 16 de outubro de 2026
Etapa de revisão preservada. A continuação detalha o calendário mensal, os juros da ponte e a primeira etapa das pendências: consultar o plano de implantação. Os valores abaixo registram o exercício anterior, sem essas novas parcelas.
Depois da transição e da primeira carteira de desenvolvimento, o saldo parcial é de R$ 968,01 bilhões em cinco anos, sem arrecadação adicional pelo crescimento. A conta ainda depende das hipóteses intensivas de corte e não inclui o custo completo das políticas pendentes.
| Ano | Economia após transição | Desenvolvimento | Saldo sem receita extra |
|---|
| 1 | 13,46 | 23,62 | -10,16 |
| 2 | 160,80 | 72,58 | 88,23 |
| 3 | 321,80 | 124,94 | 196,86 |
| 4 | 463,03 | 157,09 | 305,94 |
| 5 | 530,85 | 143,70 | 387,15 |
Valores em R$ bilhões constantes de 2025. O primeiro ano apresenta falta incremental de R$ 10,16 bilhões no fechamento anual; o pico mensal e o custo do financiamento não foram apurados. Saldo parcial não é dinheiro livre nem superávit nacional.
Se as novas economias entrarem gradualmente ao longo de cada ano, mantendo os custos originais, o saldo cai para R$ 694,89 bilhões e a maior falta acumulada no fechamento anual chega a R$ 64,78 bilhões. Esse teste evidencia o efeito do calendário; não altera a meta aprovada.
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O que foi conferido
263 verificações numéricas recalcularam, pelas premissas originais, as três reformas operacionais, os doze pacotes nos três cenários de custo, a receita hipotética e a integração quinquenal. Não foi encontrada divergência aritmética nessas verificações. Isso não comprova produtividade, capacidade de atendimento, preço contratado ou disponibilidade de caixa.
De onde vem cada número
| Parcela | Cinco anos |
|---|
| Economia bruta operacional | 1.911,88 |
| Transição, indenizações e tecnologia | 421,93 |
| Economia operacional líquida | 1.489,95 |
| Carteira de desenvolvimento | 521,93 |
| Saldo parcial sem receita extra | 968,01 |
| Receita adicional na transformação acelerada | 1.420,42 |
| Saldo parcial com crescimento hipotético | 2.388,43 |
Testes que não dependem de arrecadação adicional
| Hipótese | Saldo em cinco anos | Maior falta acumulada anual |
|---|
| Reforma intensiva; sem receita extra | 968,01 | 10,16 |
| Reforma ampla; sem receita extra | -29,40 | 95,58 |
| Reforma gradual; sem receita extra | -454,62 | 454,62 |
| Intensivo com ganhos distribuídos no ano | 694,89 | 64,78 |
| Ganhos distribuídos e custos 25% maiores | 458,92 | 134,57 |
| Sem ganhos operacionais nem receita extra | -604,78 | 604,78 |
Todos os testes mantêm a carteira de desenvolvimento e excluem receita extra. Não constituem intervalos de confiança. A falta é o maior déficit acumulado observado nos fechamentos anuais, a partir de caixa incremental zero; o pico mensal pode ser maior.
- Reforma intensiva; sem receita extra: Mantém as premissas originais desta reforma e a mesma carteira de desenvolvimento; não atribui probabilidade nem equivalência de entregas.
- Reforma ampla; sem receita extra: Mantém as premissas originais desta reforma e a mesma carteira de desenvolvimento; não atribui probabilidade nem equivalência de entregas.
- Reforma gradual; sem receita extra: Mantém as premissas originais desta reforma e a mesma carteira de desenvolvimento; não atribui probabilidade nem equivalência de entregas.
- Intensivo com ganhos distribuídos no ano: Cobertura média = (cobertura inicial + final)/2; implantação linear no ano. Custos originais mantidos, receita extra zero. Sensibilidade, não substituição da referência.
- Ganhos distribuídos e custos 25% maiores: Além do faseamento, aumenta todos os custos conhecidos em 25%, inclusive as reservas já incluídas. Teste de estresse, sem probabilidade atribuída.
- Sem ganhos operacionais nem receita extra: Teste sem ganhos existente: não há desligamentos/rescisões presumidos, mas há tecnologia e carteira de desenvolvimento.
Seis pontos que impedem chamar o resultado de dinheiro disponível
- Competência, orçamento e caixa: remuneração, serviços e materiais vêm de variações patrimoniais; a referência nacional de R$ 7.143,125 bilhões é despesa empenhada. A equivalência 1:1 ainda não foi demonstrada. Restos a pagar, obrigações, estoques e datas de pagamento exigem conciliação.
- Calendário: a fórmula original aplica a fração anual de implantação a um ano completo de economia. Ela exige interpretar essa fração como cobertura média anual ou capacidade já disponível no começo do ano. Se for meta de fim de ano, cabe o teste de implantação linear acima.
- Custos pendentes: há 22 linhas adicionais sem valor anual preenchido na conta nacional. Parte se relaciona a pacotes já dimensionados; esses pacotes devem ser vinculados às linhas antes de estimar apenas o restante. Nunca somar duas vezes o mesmo projeto nem tratar a lacuna como zero.
- Tributos e dívida: renúncia adicional igual a zero é premissa do exercício. Reduções futuras de impostos ainda precisam de custo. Juros e principal da dívida não foram economizados; juros do financiamento da transição e riscos de garantias não estão completos.
- Crescimento: os R$ 1.420,42 bilhões de receita extra resultam de uma trajetória hipotética e de captura marginal de 25%. Não há demonstração causal de que a carteira produza essas taxas, nem repartição que torne toda a receita livre para o governo central.
- Serviço e demanda: a base real de 2025 é mantida constante. Faltam projeções por função de população atendida, demanda, qualidade e custo residual. Uma equipe realocada continua custando; salário só vira economia quando a despesa realmente sai da folha.
O que não pode ser somado novamente
- Os estudos anteriores de R$ 628,57 bilhões e R$ 878,25 bilhões, os cortes judiciais, eleitorais e territoriais não são parcelas adicionais às mesmas bases de pessoal, serviços e materiais.
- O antigo envelope de R$ 500 bilhões foi substituído pela carteira de R$ 521,93 bilhões. A diferença de R$ 21,93 bilhões já reduz o resultado atual.
- Reaproveitamento já descontado em tecnologia e nos pacotes não recebe um segundo crédito. Venda de imóvel é receita extraordinária; principal emprestado é saída financeira, não economia.
- Formação nacional residencial permanece como plano futuro. Seu adiamento não é ganho de produtividade. Capacitação da transição e os pacotes de educação já previstos continuam incluídos.
Pendências de orçamento adicional
As linhas abaixo não significam que todo o serviço está sem financiamento: a conta mantém custos de base e a carteira cobre intervenções específicas. Falta conciliar a cobertura existente e dimensionar o custo adicional restante.
| Identificador | Linha pendente |
|---|
| poderes | Organização dos poderes e representação |
| eleitoral | Eleição e plataforma eleitoral |
| justica | Justiça, regulação e revisão |
| abismos | Abismos e execução penal |
| sirius | Sirius e segurança adicional |
| defesa | Defesa e tecnologia militar adicional |
| educacao | Educação adicional além da formação nacional |
| saude | Saúde e expansão de atendimento |
| familia | Família, gestação e infância |
| beneficios | Transição previdenciária e assistencial |
| fisco | Administração fiscal e financeira adicional |
| moeda | Moeda, pagamentos e eventual conversão |
| produtivo | Indústria, agropecuária e manufatura |
| pesquisa | Ciência, IA própria e conhecimento |
| energia | Desenvolvimento energético e IDE |
| ambiente | Ambiente, conservação e recursos naturais |
| infraestrutura | Infraestrutura, saneamento e urbanismo |
| cultura | Cultura, identidade e liberdade religiosa |
| cidadania | Cidadania, direitos e atendimento |
| externo | Política externa e contingências de transição |
| passivos | Obrigações adicionais e riscos reconhecidos |
| outras | Outras políticas e custos não classificados |
Próximas entregas, em ordem
- Conciliar os maiores contratos, remunerações e materiais com empenho, obrigação e pagamento; identificar dono único de cada custo.
- Transformar a implantação anual em cronograma mensal de entrega, início dos ganhos e indenizações; dimensionar a fonte e o custo da falta inicial.
- Associar B01–B12 às linhas pendentes e orçar somente o que falta, começando pela prioridade de segurança e pela continuidade de educação e saúde.
- Validar cada corte com demanda, capacidade substituta, prazo, acesso e taxa de erro; liberar expansão após resultados observados.
- Custear reduções de impostos, crédito e garantias antes de comprometer o saldo; revisar trimestralmente o cenário sem depender de crescimento excepcional.
Fonte e limites da conferência
Tesouro Nacional — BSPN 2026, dados de 2025, páginas impressas 85, 87 e 99. As bases operacionais usadas são remuneração de R$ 1.056,482 bilhões, serviços de R$ 659,793 bilhões e materiais de R$ 182,631 bilhões. São referências contábeis, não estimativas oficiais de economia com Alegoria.
Os parâmetros de corte, custos e crescimento pertencem ao projeto. A memória JSON registra os arquivos e seus hashes para reprodução. Não houve alteração de regras constitucionais nem de metas. Esta conferência não substitui auditoria externa ou orçamento executivo.